Exaltado no retorno ao Morumbi, Reinaldo vira exemplo no São Paulo

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da apostaganha: No fim de 2015. Reinaldo parecia com sua carreira no São Paulo encerrada pelas constantes vaias que ouvia. Por conta da situação, passou os dois últimos anos emprestado a Ponte Preta e Chapecoense. Mas o lateral retornou com contrato renovado, aumento de salário e, nesse sábado, em seu primeiro jogo no Morumbi nesta passagem, foi exaltado até quando errou.

– É muito emocionante voltar ao Morumbi e sair aplaudido. Tantas vezes fui vaiado, mas isso fica no passado. Quando saí, falei que daria a volta por cima, adquirir experiência para voltar ao São Paulo mais maduro e forte. Foram duas temporadas muito boas e, agora, tenho certeza de que farei um excelente trabalho também no São Paulo. Agora é dar continuidade no trabalho, firme e forte nos treinos e, quando tiver oportunidade, aproveitar de novo – declarou.

Reinaldo fez a jogada do primeiro gol do time sobre o Botafogo de Ribeirão Preto, cruzando para Diego Souza, e o camisa 9 fez questão de comemorar simulando engraxar a chuteira do lateral, que ouviu a torcida gritar mais o seu nome do que o do responsável por balançar as redes. Reinaldo está tão bem cotado que, quando arriscou um lançamento longo que parou nas mãos do goleiro, recebeu aplausos.

– Desde quando me apresentei, em janeiro, o torcedor está me apoiando. Tive a oportunidade contra o São Bento e agora, no Morumbi, de volta, com a torcida gritando o meu nome no final e na hora do gol… Só tenho de agradecer a Deus, aos meus companheiros, ao Dorival e a toda essa torcida maravilhosa – comentou.

Nessa situação, o lateral virou exemplo. Reinaldo ganhou chance no time logo após Edimar sofrer com constantes críticas. Dorival Júnior ainda não definiu o titular da posição, mas Reinaldo deve ganhar sequência e, ao mesmo tempo, trabalha para motivar qualquer colega que vem sofrendo com críticas.

– Converso não só com Edimar, mas com todos que estão no grupo. A torcida, em qualquer lugar, escolhe um e começa a pegar no pé. O Edimar não vinha fazendo partidas ruins, vinha fazendo o trabalho dele. A equipe que não estava bem. Não é só o Edimar. É igual quando eu estava aqui: não era eu – ensinou.

– Sair vaiado ou aplaudido é do futebol. Em time grande, se não for bem, é vaiado. Se eu jogar bem e me dedicar, com raça e vontade, como fiz, com certeza sairei aplaudido em todos os jogos. É desenvolver trabalho, firme e forte, respeitando os companheiros. Estou aqui para ajudar o São Paulo a conquistar títulos – completou.

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